terça-feira, 12 de junho de 2012

ao dia do amor a dois

acordei romântica hoje! ah, l'amour...
amor me lembra beijo, abraço, companhia, carinho, tolerância, respeito, chocolate, flores, Paris! haha
felicidades a todos os namorados, enamorados, amorados, amoras ("amora" é uma fruta doce e vermelha, me lembra também amor...), moradores (os amantes costumam morar um no coração do outro, não é?) , amores, amantes, amados.
mesmo àqueles que tem um amor guardado, ansioso por algo de verdade.
felicidades aos que acreditam num amor verdadeiro mas ainda não encontraram. e também aos que acreditam que encontraram, obviamente.
ah, e não liguem tanto assim pra presente... essa data é mais uma tentativa do capitalismo de conseguir mais dinheiro...
e essa música não sai da minha cabeça:


quarta-feira, 6 de junho de 2012

dicionário

doce, do latim dulce

1. chocolate: trufa, bombom
2. carboidratos
3. "Something", aquela música do George
4. "Loveology", da Regina
5.  você

segunda-feira, 28 de maio de 2012

tempo ao tempo

Como já diziam os sábios, "dê tempo ao tempo".
É incrível como para algumas coisas o tempo passa tão rápido e, pra outras, leva uma eternidade. Dar tempo ao tempo para ser decidido (pelo tempo? por nós?) como as coisas correrão é um processo interno, do psicológico, muito mais do que o tempo ditado na Física. Por isso mesmo que o tempo é relativo, e que muita coisa pode mudar em um tempo pequeno mas, por conta de sua importância e grande impacto, parece que se passaram dias ou anos. Ou então alguns dias ou anos que parecem não passar porque está tudo como sempre foi.
O luto e sofrimento é desses tempos que parecem não ter tempo certo pra acabar. Sobre a felicidade, dizem que dura pouco. Sobre o amor, que seja eterno enquanto dure. O tempo também anda junto com as saudades, sempre, e nos mostra como um paradoxo incontestável (faltam apenas dois dias pra eu ver fulano! mas parece uma eternidade...).
A ansiedade é o sentimento que tenta ultrapassar o tempo e é um dos piores e mais recorrentes sentimentos da pós-modernidade (Bauman?).

Dê tempo ao tempo.
De tempos em tempos...

quarta-feira, 7 de março de 2012

neuro


"Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia",
já dizia o autor Shakespeare em Hamlet
E assim também diria Sacks. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu, do neurologista famoso Oliver Sacks é um livro muito interessante. Ao contar casos reais de seus pacientes, o autor o faz de maneira literária e reflexiva e, admito, não dá pra parar de ler até ver o fim. Todos os casos são impressionantes, como o caso do homem que não reconhecia rostos e confundiu sua mulher com um chapéu, ou então o caso do homem cuja memória permaneceu em 1945, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, último momento em que talvez se sentira "vivo" dentro da realidade.

São problemas físicos, neurológicos, mas é intrigante prestar atenção em como Sacks analisa a relação de seus pacientes com suas próprias doenças. E até mesmo como muitas delas são superadas dentro de suas circunstâncias apesar de, fisiologicamente, não terem cura.

Deixo a dica àqueles que são apaixonados pela medicina e psicologia, ou então àqueles que gostam de uma boa leitura.

Prometo que logo mais o blog voltará à ativa.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ando tão à flor da pele

"Meu desejo se confunde com a vontade de nem ser..."

Zeca Baleiro, te compreendo

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Corpo é alma

Estava difícil digerir o problema. O estômago queimou.
Era rancoroso, não conseguia amar. Infartou.
Pensava demais e agia de menos. Dor de cabeça.
Sabia que o término daquele casamento a impediria de ter um filho. Mioma no útero.
Sentia que faltava algum preenchimento. Muita fome.
Tinha e sentia muito amor. Ficou magrinha rápido. E é por isso que dizem que quem tá apaixonado perde a fome...

TensãoPré

Caramba... taí uma das piores coisas existentes na (minha) vida de mulher: a TPM. Hoje por algumas horas eu achei que o mundo ia acabar, tive vontade de chorar horrores, e ainda me segurei pra não falar asneiras a terceiros. Ou seja, sou eu me contendo o tempo inteiro. É uma luta infindável, sem dúvidas. E muito, muito desgastante. E sempre dá em empate.
Eu sei que só vou ganhar quando cair o nível de progesterona do meu corpo...

(e é aí que me pergunto... quantos % somos psique? e quantos % somos hormônios? dá pra entrar algum tipo de matemática aí? ah, a metafísica...)